Jhulie Helen Costa da Silva
A pequena Jhulie, atualmente com oito anos de idade, é uma
criança extrovertida que e brinca, pula, corre como uma criança normal é quase
imperceptível enxergar sua doença. Nascida de seis meses, com sobro no coração,
ficou na incubadora por três meses. Quando ganhou alta, seus familiares
perceberam que ela não se desenvolvia como as outras crianças, com um ano e
sete meses ainda não tinha dado o primeiro passinho. Então começou a maratona
de exames como: tomografia, exame de sangue, raios-X, ecocardiograma, etc.
Quando o diagnostico chegou foi um choque muito grande para a mãe, que com
apenas dezessete anos, teve que se consultar com um psicólogo para aceitar a condição de
sua filha. Jhulie foi diagnosticada com Paralisia Cerebral motora do lado
direito, depois do diagnostico, deu-se o inicio da reabilitação, ficou três anos
na Santa Casa, nessa época a pequena, não andava com o pé no chão e seus
dedinhos ficavam roídos devido ao atrito direto com o chão, também tinha
dificuldade para segurar objetos.
Com cinco anos foi transferida para a AACD, onde
passou por vários tratamentos, entre eles a colocação de Botox na panturrilha,
teve alta no meio deste ano (2016), mas deve fazer acompanhamento de seis em seis
meses. A mãe da Jhulie conta que precisou aprender a ser forte para lutar pelo
bem estar de sua filha, e que o apoio da família ajuda muito, pois a criança
precisa se sentir amada e protegida para conseguir se aceitar, em varias
situações Ela teve que se posicionar para defender sua filha, de pessoas preconceituosas, que
acreditam que um deficiente não pode fazer as mesmas coisas que uma pessoa
normal - acrescentou.
Hoje Jhulie, estuda na escola Elidio Mantovani Monsenhor em Osasco, faz eco
terapia, também dança e faz teatro no
grupo ato profético kids da igreja Assembleia de Deus.
"Eu amo dançar" - foi à frase que nos contou
enquanto dominava o ensaio fotográfico.
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